domingo, 24 de junho de 2012

Mortes de Coalas continua na Austrália


A foto de um coala morto chocou a população da Austrália. O animal, que é símbolo do país, foi inserido na lista de espécies protegidas pelo governo federal depois de uma longa campanha. Entretanto, o número de mortes do marsupial não para de crescer. As informações são do jornal italiano Corrieri Della Sera.
De acordo com relatório publicado na revista National Geographic, edição de maio, nos últimos 20 anos, entre New South e Queensland houve uma diminuição de 30% a 40% no número de coalas. A revista ilustra a reportagem com uma foto, tirada de uma clínica de Queensland, em que dezenas de coalas aparecem deitados, sem vida, em uma grande lona.
Todos estes animais retratados na fotografia morreram em decorrência de atropelamentos ou de ataques de cães. Foram os próprios veterinários da clínica que propuseram ao fotógrafo Joel Sartore que registrasse esta tragédia diária por meio de uma imagem crua e eloquente. O objetivo é que as pessoas que vivem fora do continente conheçam o que está acontecendo.
“Ver aqueles animais mortos, muitos deles filhotes abraçados ainda à mãe, foi realmente deprimente”, disse Sartore. “Nos últimos dias já vi muitas mortes assim. Eu os olhava enquanto davam seus últimos suspiros na mesa de cirurgia. Foi muito triste. Estes da foto morreram em apenas uma semana.”
A verdadeira causa desta carnificina, afirmam os protetores animais, é a expansão urbana e a irresponsabilidade dos construtores que, sem algum escrúpulo, cimentam campos inteiros onde antes habitavam os coalas.
No último dia 30, o ministro do Meio Ambiente Tony Burke, pressionado pela campanha feita pelas associações de proteção animal, declarou que o coala é “vulnerável” e que irá promover um trabalho de sensibilização em toda a Austrália.
A população espera que regras sejam adotadas para frear as mortes. “O coala é o animal símbolo deste país e ocupa um papel especial na nossa comunidade. Os nossos cidadãos querem que a existência desta espécie seja assegurada e desejam que o coala seja protegido para as futuras gerações”, completou o ministro.

Coalas podem desaparecer daqui a 50 anos

A população de coalas da Austrália corre o risco de extinguir-se nos próximos 50 anos, alertou nesta terça-feira (15) a organização WWF. O representante dessa ONG na Austrália, Martin Taylor, disse à Agência Efe que "a população de coalas diminuiu 42% nas últimas duas décadas" e assinalou que, se a tendência continuar, esse marsupial que passa a maior parte do tempo dormindo e se alimenta de folhas de eucalipto pode desaparecer. Os ecologistas atribuem a queda do número de coalas à destruição de seu habitat - provocado pelo desenvolvimento humano e a mudança climática - e à doença clamídia. Essa bactéria, contra a qual os cientistas estão pesquisando uma vacina, produz lesões nos genitais e nos olhos dos coalas, causando infertilidade e cegueira e os consumindo lentamente até a morte. Segundo Taylor, a doença está vinculada "ao estresse de que padecem esses animais" diante da pressão que sofre seu habitat. O número desses coalas na Austrália oscila entre 40 mil exemplares e as centenas de milhares, segundo as estimativas. De acordo com o relatório bienal mundial Planeta Vivo 2012, apresentado hoje pela WWF, a abundância da fauna no planeta sofreu redução de 30% entre 1970 e 2008, taxa que sobe para 60% nos trópicos. No mês passado, o Governo australiano catalogou os coalas como "espécie vulnerável" na lista de animais ameaçados em zonas do leste do país

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Coala Roubado é devolvido na Austrália


Notícia de maio de 2011


Animal foi deixado intacto no estacionamento de parque de Sydney


O simpático coala Banjo, que tinha sido roubado de um zoológico perto de Sydney, na Austrália, foi devolvido na quarta-feira.
O animal de 13 anos foi encontrado sem ferimentos depois que funcionários do zoo, chamado Parque de Répteis da Austrália, receberam um telefonema dizendo que ele tinha sido deixado no estacionamento.
O animal foi recebido com alívio pelos funcionários.
O tratador disse que é bom tê-lo de volta, já que não é fácil criar coalas.
O animal foi levado de volta aos seu abrigo e recebeu suplementos vitamínicos para prepará-lo para os meses de inverno.
Veja o vídeo!


Notícia retirada do site ESTADÃO e BBC Brasil - Todos os direitos reservados. 
sexta-feira, 22 de junho de 2012

O que são marsupiais ?!

Os mamíferos dividem-se em três grupos: Prototheria(monotremados), Metatheria (marsupiais) e Eutheria (placentários).

Destes, os marsupiais despertam bastante curiosidade, especialmente nas crianças, por conta de algumas curiosidades.
Estes são os mamíferos cuja fêmea possui uma bolsa central, situada na região abdominal e conhecida como marsúpio, onde as fêmeas carregam e amamentam seus filhotes. Isso acontece porque os filhotes nascem em estágio ainda muito prematuro, exigindo que o desenvolvimento seja completado dentro da bolsa.
No início, eles permanecem ali por muitas semanas, e com o passar o tempo deixam a bolsa por períodos cada vez mais longos. O período de gestação, portanto, é curto se comparado com placentários de tamanho equivalente, como acontece por exemplo com o gambá (marsupial) e um rato (placentário).
Você certamente conhece alguns exemplos de marsupiais, além do gambá: canguru, coala e o diabo-da-tasmânia são alguns exemplos. O canguru é o maior e o mais conhecido deles, além de ser famoso pela bolsa na barriga da mãe.
Muita gente acredita que os marsupiais estão restritos à Austrália, mas na verdade estão espalhados por muitas outras regiões, inclusive América do Sul.

Caixinha Coala

Olá Amigos e Leitores do Coalizando !

hoje vocês vão aprender a fazer uma linda caixinha de Coala !
vejam como é fácil fazer !!

         Copie e imprima no tamanho desejado !


    Siga os 4 Passos acima !


    Pronto ! não foi fácil ?!! 



A voz de um Coala


O grunhido alto que emerge de um coala masculino soa muito diferente daquela fofa e descontraída criatura que a gente vê.
Agora os cientistas descobriram a anatomia por trás do som estranho que os machos fazem durante a temporada de acasalamento. As estruturas de suas gargantas que produzem os sons, o trato vocal, são muito longas.
Essa anatomia é tão extraordinariamente especializada que eles são capazes de produzir sons que parecem muito maiores do que realmente são.
O estudo usou imagens médicas para revelar que uma caixa de voz do coala masculino, ou laringe, se situa numa parte inferior em sua garganta. Acreditava-se que esta laringe baixa era uma característica exclusivamente humana – algo que nos permite fazer os sons que precisamos para a fala.
Foi somente em 2001 que os cientistas descobriram que veados também tinham uma laringe baixa.
Essa nova descoberta em coalas suporta a teoria de que essa característica evoluiu em ainda mais galhos da árvore evolutiva, provavelmente para permitir que os machos se distinguissem vocalmente das fêmeas.
Além da gravação de seu grunhido, a equipe também realizou uma varredura médica em um coala macho, que revelou a estranha anatomia vocal do marsupial.
O que permite o grande som dos coalas não é apenas a localização da laringe, mas a “qualidade” do som que vem do seu longo trato vocal.
O efeito funciona como um instrumento musical: quando a “caixa de voz” de um animal vibra para fazer um som, este som ecoa dentro de um tubo, que é o seu trato vocal. As dimensões do tubo alteram o som.
Assim, um violino e um violoncelo podem fazer um som que tem exatamente o mesmo tom, mas o violoncelo soa muito diferente – mais rico e maior.
O som do chamado de um coala prevê um comprimento de trato vocal de 50 centímetros. Isso é quase o comprimento do corpo inteiro de um coala. Por isso, quando eles soltam a voz, parecem um animal maior que um bisão.
Os exames médicos descobriram também um músculo profundo no peito do coala, que os pesquisadores acreditam que pode empurrar a sua caixa de voz ainda mais baixo de sua cavidade torácica, enquanto elas gritam, habilitando-os a exagerar seu tamanho ainda mais.
A evolução provavelmente é importante para intimidar outros machos. Há também algumas evidências de que atrai as fêmeas.
Os cientistas ainda querem imagens dos animais enquanto eles gritam – fotografias internas do que acontece à medida que produzem som.
A descoberta, de modo geral, pode nos ajudar a entender por que os seres humanos masculinos e femininos têm vozes muito diferentes.
Para quem ficou curioso, os homens têm um trato vocal 20% mais longo do que o das mulheres. É isso que faz a voz do homem ser mais imponente? Pode ser. Para ter certeza são necessários mais estudos de mais grunhidos estranhos como os do coala

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